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JORNAL GUARABIRA
Desde: 19/10/2008      Publicadas: 1050      Atualização: 29/03/2016

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 CIÊNCIA & TECNOLOGIA
  19/08/2009
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PESQUISA UFPB: ALGAROBA COMO FONTE DE ALIMENTO
O doutor em Engenharia de Processos pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e pesquisador vinculado ao Centro de Tecnologia da Universidade Federal da Paraíba (CT-UFPB), localizado no campus I da instituição, em João Pessoa, revela que as vagens da planta são frutos palatáveis aromáticos e doces, "e estão entre os alimentos mais antigos utilizados pelo homem no novo mundo".
PESQUISA UFPB: ALGAROBA COMO FONTE DE ALIMENTOBolo, pão, biscoito, bebida, geléia, mel, pudim, sopa e papa são algumas das iguarias que podem ser elaboradas a partir das vagens de uma planta muito comum no semi-árido nordestino, a algarobeira. O pesquisador e doutor no assunto Clóvis Gouveia da Silva garante que "a parede dos frutos da algarobeira é rica em açúcares, proteínas, sais minerais e outras substâncias que são transformadas em matéria-prima para a produção desses alimentos".

E a coisa não é de agora. O doutor em Engenharia de Processos pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e pesquisador vinculado ao Centro de Tecnologia da Universidade Federal da Paraíba (CT-UFPB), localizado no campus I da instituição, em João Pessoa, revela que as vagens da planta são frutos palatáveis aromáticos e doces, "e estão entre os alimentos mais antigos utilizados pelo homem no novo mundo".

O uso das vagens da algarobeira na alimentação humana data da época do descobrimento, quando navios espanhóis aportaram na América do Sul e os conquistadores encontraram índios comendo aqueles frutos. O consumo era mais intenso em regiões semi-desérticas que se estendem desde o sul do Equador ao centro do Chile e da Argentina.

Dentro da lógica de que da algaroba nada se perde, o pesquisador destaca que a partir dos açúcares extraídos das vagens da planta é possível obter etanol, vinagre, acetona, ácido cítrico, enzimas e muitos outros componentes, a exemplo de aldeídos e metanol, e que os ácidos e os ésteres produzidos durante a fermentação contribuem para a melhoria da qualidade de diversas bebidas.

Ele lembra também que a região semi-árida normalmente enfrenta longos períodos de estiagem. "Seria quase impossível o sertanejo sobreviver sem a algarobeira, pois dela sai a grande quantidade de frutos destinados à alimentação animal e o volume de madeira usado em construções e instalações rurais, como cercas, porteiras, cocheiras, mourões e carros de boi. A extração de lenha e carvão é outra vantagem da planta, pois são materiais queimados em fornos cerâmicos, padarias, usinas e siderúrgicas por todo o Nordeste", destaca.

Pioneirismo " Clóvis Gouveia pesquisa a aplicação das potencialidades biotecnológicas da algaroba para a produção de alimentos e bebidas na Paraíba há mais de 10 anos. Com seu trabalho ele concorreu por duas vezes ao Prêmio Finep de Inovação Tecnológica nos anos de 2006 e 2007.
O professor observa que o mundo está cada vez mais focado no rápido crescimento de sua população, cuja consequência imediata é o aumento da demanda alimentar. Portanto, há uma "necessidade urgente de elevar a oferta de alimentos sem prejudicar o meio ambiente".

De olho nesse grave problema, ele observa que vem desenvolvendo na Paraíba, de forma pioneira, vários trabalhos "com o objetivo de potencializar o aproveitamento dos frutos da algarobeira nas regiões semi-áridas do Nordeste, onde a subnutrição é reflexo direto da carência de alimentos potencialmente nutritivos e de fácil aquisição". E explica que a planta, mesmo rica em nutrientes, é desperdiçada por falta de tecnologias que viabilizem a sua exploração racional por essas populações carentes de alimentos.

O pesquisador paraibano foi o primeiro a desenvolver no Brasil trabalhos com a aguardente de algaroba, estudos que lhe valeram o título de mestre. Depois disso, ele não parou mais e sentiu a necessidade de passar ao processo produtivo, viabilizando o aproveitamento do potencial de açúcares existente nas vagens para implantação de pequenas unidades em escala micro-industrial. "Essas unidades proporcionam um retorno financeiro significativo ao produtor, e geram emprego e renda para as regiões onde estão instaladas", informa.

Potencial energético " Outra vantagem do cultivo da algarobeira no semi-árido apontada pelo pesquisador é a de que as vagens favorecem os processos bioquímicos, viabilizando a tecnologia de produção de álcool, aguardente, licor, vinho, mel, enzimas, ácidos, gomas, vinagre e até bebida que substitui o café. Isso se dá em função do elevado teor de açúcares, associado a altos níveis de nitrogênio desses frutos. Em alguns países andinos, as vagens servem para fabricar bebidas tipo aloja, chicha, etole e algarobina (essa um tipo de fortificante estomacal e afrodisíaco).

Defensor intransigente das várias formas de utilização da planta, Clóvis Gouveia atesta que a algaroba é um recurso natural renovável,disponível, e valorizar sua cadeia produtiva usando técnicas agrícolas simples e apropriadas é fundamental para o desenvolvimento sustentável do Nordeste. "Em razão dessas informações, as vagens constituem uma fonte de matéria-prima para o desenvolvimento de uma série de produtos e inovações tecnológicas estudadas por pesquisadores do mundo inteiro", completa.

No meio ambiente " Mesmo com todas essas vantagens para o desenvolvimento sustentável de regiões áridas e semi-desérticas, a algabora enfrenta restrições no meio científico e até mesmo entre as populações que seriam beneficiadas com uso correto de seu potencial. Existem correntes de pensamento que tratam a planta como uma "vilã" para o solo. A essas pessoas, o pesquisador responde com a certeza de que a algarobeira fixa no solo o nitrogênio absorvido do ar e o transforma em nitrato.

"Os nitratos solúveis do solo são absorvidos pelas raízes das plantas e transformados em proteínas vegetais. Essas são usadas na nutrição de animais superiores, transformando-se em proteína animal que funciona como verdadeiro adubo vivo, fornecendo à planta os sais de nitrogênio necessários ao seu desenvolvimento", esclarece.

Para quem pensa que a algarobeira prejudica o meio ambiente, Clóvis lembra que se cultivada de maneira racional, a planta fertiliza o solo, cria um agradável clima ao seu redor e ajuda a minimizar o calor nas cidades e comunidades rurais do Nordeste, combate a desertificação com reflorestamento de imensas áreas de matas nativas devastadas pelo homem. "Quem conhece as suas potencialidades, não perde tempo e usa na sua propriedade. Viajando pela Paraíba, é quase impossível não se deparar com a beleza da paisagem promovida por algarobais em grandes áreas rurais", ressalta.

Tecnologia limpa " A partir dos resíduos provenientes da extração dos açúcares para obtenção da aguardente de algaroba, o pesquisador viu que era possível transformá-los em farinhas e desenvolver outros produtos de base alimentícia. E ele insiste que o cultivo racional da planta pode viabilizar grandes empreendimentos no Nordeste, a exemplo da indústria "Riocon", instalada na Bahia e que processa acima de 150 toneladas/ano de farelo para a produção de ração animal. A colheita e venda de vagens às margens do rio São Francisco integram a rotina dos produtores daquela região.

Com esses estudos Clóvis Gouveia diz ter encontrado respostas que possibilitam o aperfeiçoamento da produção de aguardente de algaroba e, principalmente, geram produtos alimentícios a partir dos resíduos obtidos no processo, sem comprometer o meio ambiente e aproveitando 100% da vagem.

Receitas " A seguir, duas receitas de bolos com a adição de farinha integral de algaroba, elaboradas pelo pesquisador paraibano. Confira.

Bolo de algaroba
Ingredientes
Três ovos, três colheres de sopa de margarina, duas xícaras de açúcar, uma xícara de leite integral, uma xícara de farinha integral de algaroba, duas xícaras de farinha de trigo com fermento.
Modo de fazer
Bata tudo no liquidificador, começando pelos os ovos, margarina e o açúcar; em seguida, introduza o leite e as farinhas aos poucos, até formar uma mistura homogênea e cremosa. Coloque em uma forma untada com margarina e trigo, deixando assar por 35 minutos.

Bolo de algaroba regional
Ingredientes
Três ovos, três colheres de sopa de margarina, duas xícaras de açúcar, uma xícara de leite integral, uma xícara de farinha integral de algaroba, duas xícaras de farinha de trigo com fermento, cravo, canela e erva-doce a gosto.
Modo de fazer
Bata tudo no liquidificador, começando pelos os ovos, margarina e o açúcar; em seguida, introduza o leite e as farinhas aos poucos, até formar uma mistura homogênea e cremosa. Adicione cravo, canela e erva-doce (triturados) a gosto, coloque em uma forma untada com margarina e trigo e deixe assar por 35 minutos.
  Autor:   Fonte: Texto e foto Clipping da Agência de Notícias da UFPB - Robson Nóbrega, do CT/UFPB


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